Alguma atitude é o mínimo que se pode esperar do governo brasileiro no caso da advogada atacada por skinheads nazistas na Suíça. Não se trata de um simples caso de agressão, mas de um duplo homicídio, já que ela perdeu os dois bebes que estavam em sua barriga. O ministro das relações exteriores deve ir imediatamente até a Suíça exigir que o governo de lá tome providências para esclarecer esse triste episódio.
O que chama a atenção é a falta de interesse aparente com que as autoridades Suíças estão se empenhando no caso. Em outras palavras trata-se de descaso notório com um crime bárbaro. É como se eles estivessem agindo sob a ideologia do partido de extrema direita S.V.P. que os skinheads gravaram as iniciais com golpes de estiletes no corpo da advogada brasileira.
Caso isso não ocorra (o que aparenta ser) o Brasil pode recorrer a cortar relações diplomáticas com o país em questão chamando o embaixador brasileiro de Zurique e expulsando o embaixador suíço do Brasil.
Mesmo assim seria pouco, pois os agressores continuariam soltos e impunes, o que é inadmissível. Em um arroubo de sentimentalismo de minha parte para com a advogada, o que dá vontade de fazer é caçar esses animais e esfolá-los vivos para que outros aprendam que tolerância não é uma opção.
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